"...acerca de seu Filho, que, como homem, era descendente de Davi, e que mediante o Espírito de santidade foi declarado Filho de Deus com poder, pela sua ressurreição dentre os mortos: Jesus Cristo, nosso Senhor" (Romanos 1:3-4 NVI).
O apóstolo Paulo declarava a mensagem de Cristo com arauto. Ele apregoava as boas novas do rei Jesus.
Antigamente quando um novo rei tomou posse do reino, não existiram telégrafo, telefone, televisão ou internet para espalhar a notícia. O rei mandava mensageiros reais para avisar todo mundo, até os confins do seu território, que ele estava no poder. Paulo enxergou sua tarefa como apóstolo assim. Ele era arauto do Rei Jesus.
Este evangelho foi baseado primeiramente no fato da descendência real de Jesus. Deus prometeu ao Davi que nunca faltaria um descendente dele no trono de Israel enquanto o rei continuava fiel. Deus ainda prometeu que, depois do cativeiro um rei davídico reinaria. Israel chegou a reconstruir o templo em Jerusalém e reconstituir o sacerdócio, mas não ganharam a liberdade dos poderes estrangeiros. Muitos imaginaram que junto com a restauração do rei davídico eles conseguiriam a libertação.
O termo "Messias" em hebraico ou "Cristo" em grego significava o rei verdadeiro de Israel. Não era nome próprio, nem sobrenome. "Cristo" foi o título real do muito-esperado rei davídico. Antes e depois da vida terrestre de Jesus de Nazaré, muitos surgiram tomando este título. Todos fracassaram, normalmente quando morreram às mãos das autoridades estrangeiros que governaram a terra de Canaã naquela época.
Jesus, porém, não somente morreu, mas também ressuscitou. Não é que ele continuava "vivo" nas memórias e esperanças dos seus seguidores. No primeiro século, entre os judeus, "ressurreição" nunca significava nada além de uma volta à vida física. Existiram jeitos de expressar lembranças de um herói ou falar de fantasmas e visões. "Ressurreição" não era uma palavra utilizada para conversar sobre estas coisas.
O evangelho cristão é a proclamação que Jesus é o Cristo, o verdadeiro rei, e que seu direito de reinar foi provado pela ressurreição dele. Ele enfrentou os poderes na cruz e esvaziou a morte de seu poder através a ressurreição.
O apóstolo Paulo declarava a mensagem de Cristo com arauto. Ele apregoava as boas novas do rei Jesus.
Antigamente quando um novo rei tomou posse do reino, não existiram telégrafo, telefone, televisão ou internet para espalhar a notícia. O rei mandava mensageiros reais para avisar todo mundo, até os confins do seu território, que ele estava no poder. Paulo enxergou sua tarefa como apóstolo assim. Ele era arauto do Rei Jesus.
Este evangelho foi baseado primeiramente no fato da descendência real de Jesus. Deus prometeu ao Davi que nunca faltaria um descendente dele no trono de Israel enquanto o rei continuava fiel. Deus ainda prometeu que, depois do cativeiro um rei davídico reinaria. Israel chegou a reconstruir o templo em Jerusalém e reconstituir o sacerdócio, mas não ganharam a liberdade dos poderes estrangeiros. Muitos imaginaram que junto com a restauração do rei davídico eles conseguiriam a libertação.
O termo "Messias" em hebraico ou "Cristo" em grego significava o rei verdadeiro de Israel. Não era nome próprio, nem sobrenome. "Cristo" foi o título real do muito-esperado rei davídico. Antes e depois da vida terrestre de Jesus de Nazaré, muitos surgiram tomando este título. Todos fracassaram, normalmente quando morreram às mãos das autoridades estrangeiros que governaram a terra de Canaã naquela época.
Jesus, porém, não somente morreu, mas também ressuscitou. Não é que ele continuava "vivo" nas memórias e esperanças dos seus seguidores. No primeiro século, entre os judeus, "ressurreição" nunca significava nada além de uma volta à vida física. Existiram jeitos de expressar lembranças de um herói ou falar de fantasmas e visões. "Ressurreição" não era uma palavra utilizada para conversar sobre estas coisas.
O evangelho cristão é a proclamação que Jesus é o Cristo, o verdadeiro rei, e que seu direito de reinar foi provado pela ressurreição dele. Ele enfrentou os poderes na cruz e esvaziou a morte de seu poder através a ressurreição.
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